- Eu sou Renata... Renata que é renascida... Que renasce amor... Que ama até a morte... Que do amado morre... Depois renasce... Renata para outro... Renata outa vez... Pq eu os amo até a morte...até eles me matarem...Morro deles...depois revivo...p/ outro amor...

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Eu...(2003)
Mudo constante e repentinamente de humor...
Vivo procurando me entender...entender o que eu faço...por que certas coisas acontecem e por que pessoas fazem determinadas coisas...Depois que tiro minhas conclusões percebo que está tudo errado e começo a pensar de novo...
Sou um poço de cultura inútil e de bom humor consigo ser tosca ao extremo...



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Diretorio 100% brasileiro


[Sábado, Setembro 29, 2007]

Esses dias só acho os outros escrotos, de mim não sai nada. ave.

Mas vem cá, me diz se esse sorriso era pra tá aqui?
Ih, não sei, não. Acho que gostar atrapalha meu sexo.




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Paulo Leminsk
Incenso Fosse Música


"isso de querer
ser exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai
nos levar além"

por Athena Ying * 1:02 AM

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[Quarta-feira, Setembro 19, 2007]

"Sem horas e sem dores

Respeitável público pagão

Bem vindo ao teatro mágico!

sintaxe a vontade..."

O TEATRO MÁGICO

por Athena Ying * 10:39 PM

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[Domingo, Junho 17, 2007]

Vamos indo, meu bem...que hoje eu sou uma pessoa cheia de desculpas...e desculpas são chatas...
Não gosto delas...
Você precisa?
Às vezes eu acho que preciso, mas elas me aborrecem...a necessidade que você tem de esclarecer me incomoda...essa desculpa forçada...
Soltei já aos montes e montes...montes de desculpas...montes de verdades entortadas...mentiras pra caralho...
Não deveria se sentir culpado, nem gastar tempo com elas...eu sinto você mais errado agora...
Vamos...






......



Qualquer coisa não fui eu...
Por que eu escrevo com o sentimento que pipoca na hora...
Foi o sentimento que tomou tudo e que escreveu ali...
"não fui eu, foi meu eu lírico"


por Athena Ying * 11:55 PM

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[Quarta-feira, Setembro 06, 2006]

O coração perfeitamente compassado doia a cada batida, o sofrimento ecoava no fundo de sua alma, acompanhando a respiração.
Tudo ao redor parecia um pouco disforme, amorfo e a música animada trazia uma agonia tão grande, tão grande, tão imensamente grande, dolorosamente grande, imensa.
As lagrimas teimavam em não escorrer de seus olhos, parecia incapaz de chorar, de se sentir, de responder aos que não lhe falavam. Por que nao falavam?
Pensamentos que não eram seus ocupavam sua cabeça, pensamentos estúpidos, fúteis e ela talvez se fizesse capaz de sentir os pensamentos dos que pasavam, de ver seus fantasmas. Talvez, se o encontrasse, poderia sonhar que seus pensamentos eram sobre ela.
Ela podia tudo, e não se permitia nada, seu espirito saturado de si arrastava outras vidas por onde passava, não podia, então, se aceitar assim.
Atravessava tudo o que era impossível, perdendo um pouco do que é bom a cada suspiro dolorosamente arrastado de mágoa e inspirando de volta transformado em sofrimento. Se eles chorassem ela estaria feliz, não se importaria em ser estúpida.
E ao ser atravesada por sua dor, tudo pode parar por um instante, para recomeçar sem vezes mais doloroso. Percebeu, assim, que estaria para sempre nesse estado, mas que perseguiria sempre o seu lado, por que você a amou.

por Athena Ying * 9:53 AM

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[Segunda-feira, Julho 24, 2006]

O passado incomoda até o fio ultimo da minha calma
e tortura as decisões que meu coração tem feito
alfineta minha alma e me faz torcer na cama
tira dos meus olhos o espelho do despeito

O ridiculo é o certo para se chegar ao hoje
e que torto foi o hoje, que torta sou eu
me incomoda não ser sóbria para a vida irreal
ser tão bebada e louca para o que não posso ser

Cada gota da minha seiva deveria ser inteira
e deveria ser entregue eternamente a você
Mas é tudo meu e o egoismo beira a vida
comprida não cumprida por algum capricho de deus

O incomodo que escondo é a ausencia em demasia
sem saber se de alma toda me faria
ou se em ausencia te perderia em mim
AthenaYing

por Athena Ying * 9:19 PM

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[Segunda-feira, Julho 17, 2006]





Cantiga de ninar:


Eu sei onde o verão foi...
Se escondeu nos seus olhos pr'eu me sentir quentinha no inverno...
Para eu poder me enrolar e me aconchegar em ti...
Dizer besteirinhas...dar mordidas e recitar sonhos...
Fingir que a vida não pede mais nada alem do que somos...
E é para eles que o inverno irá...
Que é pra eu sentir o friozinho gostoso em qualquer lugar...
Ser mongol com um canecão de café enquanto eu assisto você distraído me olhando...
Só pra me encantar...
Eu sei onde o meu coração foi...
Acompanhou o verão que você não deixa mais pegar...
E eu sei onde meu coração foi...
Acompanhou o inverno que você já não me dá...

por Athena Ying * 10:25 AM

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[Terça-feira, Julho 11, 2006]

Eu realmente me sinto feliz quando escrevo, sinto que meu dia foi registrado ou marcado de alguma forma. As palavras soltas vão se guardando e eu vou saber me traduzir quando eu já não for só eu. É como um remendo em um tecido que insiste em desfiar e se perder. Estou preservando meus sentimentos pra me envergonhar e sorrir. Talvez não seja certo viver centrada no que fui, mas não me esqueço que fui eu quem vai me fazer assim.

Quase achou que eu tinha virado uma pessoa melhor ein...
Voltarei a escrever aqui...preciso me sentir mais eu...

por Athena Ying * 12:17 AM

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[Terça-feira, Janeiro 10, 2006]

Papai deu um livro de natal pra a Mamãe: Para escrever bem.
Não que a mamãe não escreva bem, mas o nome da autora era Maria Otilia e o nome Otilia na família é quase sinônimo de prima, o que gera algum tipo de simpatia inconsciente...eu acho...
Por que na família há pelo menos três Marias Otilias entre Luiza Otilia, Ana Otilia, Iana Otilia, Otiliana...Tem uma até que é só Otilia...
Na hora de escolher meu nome alguém falou: Nunca usaram Otilina... "Ah não, com Otilia não, deixa Renata mesmo que eu agüento a praga".
Graças a Deus, naquele dia, a simpatia pelas Otilias não passou de simpatia...
Simpatia hereditária, porque foi isso que me fez abrir o livro que ensinava basicamente a "retirar os arames farpados entre você e o leitor". E passando as folhas começou a aparecer um problema, outra falha abalando os alicerces da relação Oliliana da minha vida.

Eu ia perder todo o respeito da mamãe, toda a admiração. Ninguém mais ia dizer "a Renata escreve bem". Como assim texto fácil de ler, rápido, conciso...sem enfeites, palavras difíceis ou grandes rodeios. A metade de muitos textos meus iria embora, coincidentemente a metade bonita...Aaaaah não...
Providenciei para que o livro fosse "desaparecido" devidamente...
"Muito bom aquele livro que seu pai me deu, faz pensar no tanto que a gente erra sem perceber. Você sabe onde eu deixei?" "Não, mas é de uma Otilia, mãe. Deve ser bom." A paz continua entre a família, mas agora eu olho, cuidadosa. Não se sabe mais o que esperar de uma Otilia.




Que? Eu estou viva? Parece que sim....talvez...defina viva...
Feliz começo de ano, entre nos cantos com o pé direito e soria para os estranhos não esquisitos...\o/

por Athena Ying * 1:08 AM

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[Quinta-feira, Agosto 18, 2005]

"que nem aquele amigo que você morre de saudades mais sabe que...se ligar vai ficar sem assunto..."

Essa frase foi como uma batida na testa...
Esses amigos...é doloroso observar que são quase todos...
E não adianta eu me perguntar por que...eu entro num ciclo vicioso envolvido em culpa...De que?
NÃO SEI...
É agora que eu endoido e mato alguém...lalalalalala...

por Athena Ying * 9:06 PM

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[Segunda-feira, Agosto 08, 2005]

O sentimento de insignificancia crecia...imenso...em seu peito...tudo que tinha pensado parecia formar a coleção das coisas mais idiotas...só...
Ela sempre foi melhor em muitos aspectos mas...estavam lutando...ela continuava inerte...e logo iriam passa-la...
No momento em que algo desprezível ao seu conceito parece estar te alcançando...e você não faz nada...você é uma idiota...
IDIOTA...


por Athena Ying * 5:03 PM

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[Segunda-feira, Julho 04, 2005]



Adeus, adeus, adeus! E, suspirando,
Saí deixando morta a minha amada,
Vinha o luar iluminando a estrada
E eu vinha pela estrada soluçando.

Perto, um ribeiro claro murmurando
Muito baixinho como quem chorava,
Parecia o ribeiro estar chorando
As lágrimas que eu triste gotejava.

Súbito ecoou do sino o som profundo!
Adeus! - eu disse. Para mim no mundo
Tudo acabou-se, apenas restam mágoas.

Mas no mistério astral da noute bela
Pareceu-me inda ouvir o nome dela
No marulhar monótono das águas!


Até agora não entendo por que com Augusto dos Anjos me sinto em casa, confortável. Assim mesmo ele me comove e me espanta.
E eu me adimiro. Pois suas poisias foram inéditas...e ainda o são...ninguém conseguiu fazer algo igual.
E é difícil que alguém consiga.
\o/ Viva o Augusto dos anjos que conseguiu fazer do escarro poesia.

por Athena Ying * 9:07 PM

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[Sexta-feira, Abril 01, 2005]

Eu vou pintar meu cabelo de branco ou roxo e fazer um fanzine...
Aí eu caio da cama e paro de sonhar...

por Athena Ying * 4:24 PM

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[Sexta-feira, Março 25, 2005]

Depois de quase dois anos...sim...eu mudei o template...
Não que eu tenha resolvido fazer isso agora...mas o outro era inexplicavelmente perfeito...
Esse tem algo pela minha adimiração pelo nu artistico...
É raro encontrar pessoas que pensem assim hoje em dia...por mais que o nu tenha se tornado algo comum...ele é tido como pejorativo...sempre visto como algo imoral...
É sexy...é...mas não deixou de ser bonito...
E antes que alguma mãe venha criticar minha "falta de pudor" eu retruco apontando para suas revistas de beleza...como as mulhares estão na capa? O nú artistico ou semi nú artistico ainda está aí...
Provavelmente algumas pessoas não vão gostar...desculpa qualquer coisa...Mariane...Raisa...moscas...uauehuaheuaheuahuue...
Tá...eu paro...

por Athena Ying * 7:34 PM

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[Quarta-feira, Março 23, 2005]

Arg...Quero parar qualquer nóia do meu coração...quero sentar e ler um sherlok holmes enquanto a chuva desaba o céu lá fora...Quero que todos os problemas se resumam a encontrar um perneta e um anão em algum lugar de Londres...Quero me espreguiçar numa rede armada na varanda, só de camisola, meio enrolada no lençol enquanto a chuva diminui e cai calmamente no chão molhado...Eu quero olhar flores...eu quero dançar...eu quero fazer qualquer coisa boa de fazer na chuva...mas eu estou na aula de matemática...E agora eu quero acima de tudo dar um tiro no dewison...
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Eu quero esbofetear minha conciência que não me deixa curtir os prazeres mesquinhos da vida...
É sério...eu não consigo nem rir da desgraça de um desafeto sem um grande peso depois...
Vou me canonizar...¬¬

por Athena Ying * 4:41 PM

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[Domingo, Fevereiro 20, 2005]

Ela fexava o cordao no pescoço enquanto o sorriso desaparecia e sua boca...
Seus sonhos estavam desfeitos num canto e haia apenas uma palavra a ser dita...IDIOTA...
Saiu dali pensando que a vida nao e mais que um punhado d enganos...O unico acerto...o unico certo e a morte....
"Mas esses enganos formam quem sou...Nao me arrependo...
E e assim que eu a chamo...A menina que erra...

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E que tem um pc sem acentos...auheuhaeuehuae...
Eu vi minha amizade com o que era de mais importante ruir..e cair...algum pilar la em baixo ficou mal colocado...
E o que + eu posso dizer...eu virei uma panda carente que faz barulhos estranhos e diz "eu quero porquinho"...
Sera isso a decadencia?

por Athena Ying * 1:01 PM

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